Como é a visita à Pedra do Ingá (PB)

Visão geral das gravuras na Pedra do Ingá
A teoria mais aceita é a que as gravuras foram feitas por indígenas há mais de cinco mil anos

No meio do semiárido paraibano encontra-se o Sítio Arqueológico Pedra do Ingá, cujas inscrições rupestres há décadas intrigam seus visitantes. Há quem acredite que as gravações são registros da passagem de povos antigos da Ásia. Há também quem defenda que elas foram feitas por indígenas há 5 mil anos. Não poderia faltar também quem acredite que elas foram feitas por extraterrestres.

A principal atração é a pedra de 24 m de comprimento e 3,8 m de altura, mas há registros de figuras humanas, animas e formas geométricas em outras rochas ao longo do riacho Bacamarte. Na época de cheia é comum a pedra ficar submersa, o que impossibilita a datação de carbono, técnica que poderia indicar com precisão quando foram feitas as inscrições.

Após a visita à Pedra do Ingá, fomos ao Museu de História Natural que fica a poucos metros do monumento, onde vimos réplicas de fósseis dos animais que viveram na região, como o mastodonte, a preguiça-gigante e o tigre dentre de sabre. O sítio arqueológico pode ser visitado de segunda a sexta, das 9 h às 12 h e das 13 h às 16 h, aos sábados e domingos, das 9 h às 13 h.

O ingresso do museu custa R$ 5 enquanto o acesso à pedra é gratuito. Embora tenha sido o primeiro monumento arqueológico tombado do Brasil, em 1944, o local carece de maior investimento em infraestrutura e sinalização.

Como chegar

A cidade de Ingá dista 112 km da capital paraibana. Saindo de João Pessoa é só pegar a BR 230 e seguir até a BR 408, rodovia que dá acesso ao município. Para quem sai do Recife, o percurso é de 150 km via BR 101 até o município de Goiana, onde se pega a PE 75 até Juripiranga, na fronteira com a Paraíba. De lá, é só seguir pela BR 408 até a Pedra do Ingá.

O sítio arqueológico está a 1 h 31 min de carro de João Pessoa
Do Recife, a viagem de carro dura 2 h 32 min

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